OS SAFARDISTAS  escrito em sexta 16 abril 2010 12:15

                                  OS SAFARDISTAS.

 

                   Uma cambada de políticos safados, chamados separatistas, querem dividir o Estado do Pará em três.

                    Muitos deles, nem paraenses são.

                    Sob a bandeira principal de melhor administrar o território estadual, disfarçam o que realmente lhes importa.

                     Os interesses são, obviamente, os mais escusos possíveis. Ou seja, apoderar-se das riquesas do Pará, tão duramente conquistadas,  criando novas máquinas administrativas, milhares de novos empregos públicos (improdutivos) fontes de roubalheira deslavada, sustentadas, como sempre, pelo povo sofrido. 

                     O engraçado (sic.) é que no Estado do Amazonas, por exemplo, o maior estado do Brasil, o qual tem o interior bem menos produtivo e povoado, nunca se falou nem se fala em tal matéria.

                      Os amazonenses não são lesos.

                      Mas, bastou o Pará começar a conquistar riquesas e captar recursos e empresas fortes, tais como a Vale do Rio Doce, por exemplo, logo surgem os safados querendo abocanhar seu quinhão.

                       E querem fazer isso à boca pequena, sem consulta popular, em mais uma jogada suja de gabinetes e reuniões políticas.

                       TAIS PULHAS DEVEM E PODEM SER CHAMADOS DE SARFARDISTAS, cruzamento de safados com separaratistas.

                       O povo tem de reagir!

                       Querem roubar nossa terra!

                       A grande imprensa não está fazendo nada!

                       De nossos políticos só um está gritando, Zenaldo Coutinho. Justiça lhe seja feita.

                       Reajam, lulus!

                    

 

 

P. S.  ESTE BLOG FICA À DISPOSIÇÃO PARA TODOS OS QUEM QUIZEREM PROTESTAR  CONTRA A DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ.

Por hoje é só.

    

  

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OS NACIONALISTAS  escrito em domingo 21 fevereiro 2010 16:31

OS NACIONALISTAS.

       

                       Diz-se que o nacionalismo é o último refúgio dos canalhas. Os dois anti-Cristos, segundo Nostradamus, Napoleão e Hitler, eram nacionalistas e o nacionalismo foi, por eles, usado  como principal bandeira para sua ascensão.

                       Stalin, Mussolini, Franco, Mao e Fidel, também. Desses mortos só Fidel ainda pensa que está vivo.

                        Atualmente, a praga do nacionalismo ainda persiste. Ao invés de sermos cidadãos deste pequeno mundo, ainda somos levados a guerras, por estes maníacos de plantão, que continuam promovendo o ódio aos semelhantes e o amor incondicional às bandeiras.

                         O "Armadinhojá", no Irã, por exemplo, é um deles. Misturando Estado com religião, segue lá, fazendo sua bombinha atômica para lançá-la, sabe lá o diabo quando.

                          Aqui, na América Latina, os que mais se destacam, são os que podemos chamar de "Trio los Panchos", ou "Los Três Amigos". Ou seja, Lula, Chaves e Morales.

                           Esses, misturam nacionalismo com  política. E querem ressuscitar o falido comunismo que, agora é chamado por eles de socialismo-democrático.

                            Só para ressaltar, aqui no Brasil o Partido Comunista nunca admite ser comunista (não pega bem!). Se diz socialista e democrático.

                            O PT, além de nacionalista, se diz, também, socialista e democrático.

                            Chaves e Morales já mostraram bem suas garras. Usando o nacionalismo, estão estatizando até supermercados (e as mercadorias somem das prateleiras). Usando o socialismo e a democracia, acabam  com a liberdade de imprensa e, com isto, forjam eleições que os eternizam no poder.

                            No Brasil, Lula e seus petistas tentam, a todo o custo e o tempo todo, executar seus planos de controlar a imprensa e de solapar a propriedade privada, com intuito de ficar pelo menos 30 (trinta) anos no poder. Lembra muito o segundo "Reich" nazista. Assim como lembra a época dos bolcheviques da antiga Rússia de Stalin, onde seus partidários viviam tais e quais os nobres da corte imperial que haviam derrotado, sem que a imprensa, ou ninguém mais, pudesse denunciá-los. E, quando acabou o comunismo, o povo continuava pobre e os novos ricos soviéticos que apareceram eram, justamente, os apaniguados bolcheviques.

                             Em nosso país, a impunidade e a inversão das verdades campeia. Lula faz pose e conta vantagens petrolíferas com as mãos sujas, porém, em todo o seu governo, a produção de petróleo aumentou pouco mais de trinta por cento.  No de Fernando Henrique o aumento foi de 100 por cento.

                             Diz que distribui melhor a renda, quando sabemos que a esmola do bolsa-família, com o dinheiro da população que produz, não passa de escancarada compra de votos dos miseráveis. Um imenso curral eleitoral feito às nossas custas e sem a nossa permissão.

                              Em lugar de educação e saúde, diz que não lê, quer amordaçar a imprensa e  sanear o Haiti. 

                             Dilma, a cãodidata, falsifica a verdade de seus diplomas. É mentira, atrás de mentira! 

                             Os petistas e seus apaniguados deitam e rolam no dinheiro do povo. Metem-no até nas cuecas. Os cabides de emprego estatais nunca, parafraseando o próprio Lula, em época nenhuma deste pais, foram tão numerosos. Quem paga e que pagará  a conta, sabemos que somos nós, quem não trabalha para o governo e quem produz.

                               Arruda foi preso. Ótimo! Mas Lula, Dirceu, Genoíno e os outros "aloprados" continuam soltos e mandando e desmandando.

                              Enfim, um viva ao Nazismo, ou ao Nacional-Socialismo, ou ao Petismo! Viva os Nacionalistas!

 

 

 

 

Agora, um poeminha:

 

                                  PEDRA.

 

 

 

                                  QUANDO EU

 

                                  FOR

 

                                  PEDRA.

 

                                  NUNCA MAIS

 

                                  SEREI

 

                                  SÓ.

                   

                                  SENTIREI,

 

                                  ENFIM,

 

                                  GRÃO DE AREIA,

 

                                   A SOLIDARIEDADE

 

                                   GRANÍTICA

 

                                   DO PÓ.

 

 

Até outro dia.

 

                                                                                   

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PALAVRADOR  escrito em quinta 28 janeiro 2010 01:09

Hoje, vamos iniciar com um poema tirado do meu segundo livro (Poesia Ilustrada Sobre Nada), cujo título é PALAVRADOR. LAVRA A PALAVRA PALAVRADOR LAVRADOR DA PALAVRA LAVRA A DOR DA PALAVRA AMOR. Em segundo, vamos falar sobre ANTONIO GAUDÍ, espanhol, o maior arquiteto que já surgiu neste mundo. Não sou arquiteto, sou, apenas, um artista que mexe com as palavras. No entanto, ouso dizer que Gaudi é o maior arquiteto que já surgiu neste mundo. Já estive na Espanha e tive a felicidad de ver sua catedral, seu parque e alguns de seus prédios. Enfim, vi. E o senti. Sua catedral, como um castelo feito com areia molhada como que escorrida pelas mãos de um menino deus, por um querubim, ou, por alguma outra criança, seu parque; em todos o casamento da natureza com o ser humano é mostrado na harmonia fantástica entre a realidade aparente da pedra e a fantasia antropofágica de suas janelas em formas de cabeças de insetos e rostos e bocas, e curvas de caleidoscópicas expressões, que às vezes nos olham, às vezes nos ignoram, cantando canções ao vento. Suas linhas retorcidas, seus pedacinhos de azuleijos, juntos, transformando em jóias, as formas cinzas da argamassa, suas torres coroadas, aparentemente arrogantes, porém humildes, glorificando a Deus, crescendo como falanges cônicas, a cada estágio horizontal, que sempre rompem, em direçao ao infinito, com suas inúmeras janelas falaciosas e cantantes, abertas para o céu. Sua criação grita, viva, à vida. Até nas grades e ornamentos de ferro há o cuidado e o carinho de mostrar a necessidade da criação humana integrar-se com a criação divina e de exaltá-la, sua arquitetura nos lembra e grita que fazemos parte da natureza e, o que é importantíssimo: por isso mesmo, dentro de seus prédios, nos sentimos confortáveis, maravilhosamente bem. Chega a dar pena de arquitetos como, por exemplo, Oscar Niemeyer e seus afins, com sua arquitetura fria e desumana, como se fossem extra-terrestres, olhando os homens, suas crenças e paixões, com um ditanciamento estelar. Há quem goste. Mas, eu, prefiro ficar debaixo das rendas e das torres da arquitetura de Gaudí. E, por último, uma dica de CULINÁRIA. Para melhorar o gosto sem graça do ovo de granja, mexido, basta acrescentar, além do sal e da manteiga, uma boa pitada de leite em pó. Obrigado pelos comentários!
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O HAITI É AQUI!  escrito em quinta 14 janeiro 2010 15:19

ÔI, PESSOAL! O Presidente Perpétuo do Haiti, por correspondência, El Rey, Don Luiz da Silva, liberou, no ato, QUINZE MILHÕES DE DÓLARES, sem quaisquer condições, de seu pálácio, no Futuro Reino do Brasil y Haiti, para as vítimas do último terremoto.

Em compensação, não foi nem visitar as vítimas das enchentes e desabamentos no sul da Brasilândia.

Palmas para ele, que ele merece!      

Em conpensação, sic., no famigerado decreto dos "Direitos Humanos", acovardou-se para os militares e, magnanimamente, retirou do decreto a únic coisa que, talvez, pusesse ser moralmente justificável, ou seja, a punição para os criminosos da ditadura de 64, deixando, porém,  o que o tal decreto tem imoral  e de inconstitucional, que é a censura à imprensa e a ameaça à propriedade privada, em mais uma tentativa petista de ressuscitar o comunismo e implantá-lo no Brasil, em pleno 2010 e dançar ciranda com seus parceiros Hugo Chaves e Evo Morales.

Hoje não tem outra piada, além desta acima. Riam, se puderem!

Hoje, também, não tem culinária. Estou vomitando muito.

ATÉ MAIS!

 

  

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O DEDO DE DEUS  escrito em terça 12 janeiro 2010 02:19

Que Deus me perdoe, mas não é de seu dedo, nem Dele, que vou falar. Falo de outros, deus e dedo, ou melhor, de LULA e de seu mindinho.

Quando olho para a mão esquerda do "Mentira" (apelido carinhoooso dado a Lula pelos seus colegas metalúrgicos, nos velhos tempos), não posso deixar de pensar: como será que ele conseguiu cortar com tanta perfeição, bem na junta da mão esquerda (a direita ele livrou, pois, não é canhoto, nem besta), deixando perfeitos os outros quatro?

Vamos lá, tentem imaginar, vocês, destros, como se fossem metalúrgicos, lidando com uma maquina de corte, ou com qualquer outra máquina que puxe ou esmague.

Em primeiro lugar, sendo destros, dificilmente, a mão  que voces mais usariam perto da linha de corte ou de prensa, não seria  a direita. A probabilidade do dedo perdido ser na mão direita é muito maior.  E, vocês não seriam tão estúpidos, como um português de piada que, ao sentir que perderiam o dedo da mão direita na máquina, tirariam rápido o infeliz e colocariam o esquerdo, em seu lugar.

Por outro lado, o dedo mindinho da mão esquerda, para quem não é canhoto, é usado, no máximo, para tirar bustela, ou cera do ouvido esquerdo ou, ainda, quando muito, para ajudar a limpar o cu.

Lembro de um fato bastante conhecido e comentado (meu finado pai tinha um amigo que assim procedeu) cometido por vários rapazes, no tempo da segunda grande guerra, os quais, quando convocados, decepavam um dedo das mãos, neste caso, o indicador, que puxava o gatilho,  e, assim, escapavam de ir à luta.

Enfim, tentem imaginar meter o dedinho mindinho da mão esquerda, numa máquina cortadeira ou prensadeira, recolhendo cuidadosamente os outros quatro (vamos!, tentem!, vejam como é difícil!,) para que estes saiam, do corte ou da prensa, imaculados!

Tem gente que acredita. Eu, não! Principalmente, observando o ângulo reto do corte de precisão cirúrgica do dedo lulalariano.

O "Mentira" não foi apelidado à tôa. De qualquer forma, ganhou uma boa aposentadoria e,  há muito tempo, também, não sabe o que é "ir à luta".

Dedicou-se (ato falho), então,  a ser sindicalista, uma "profissão" que, todos sabemos,  dá um dinheirinho fácil (não há prestação de contas da grana).

Daí, partiu para ser político (dá um dinheirão, fácil).

E, de mentira, em mentira, o "Mentira" virou presidente.

Agora, quer ser Deus.

Esquece que, para tal, lhe falta um dedo.  

 

 

 

Um pouco de poesia do meu livro "NADA MAIS NOVO:

 

                         TRÊS ELEFANTES EM COPACABANA

 

                          RIO DA PAISAGEM.

                          A PAISAGEM RI DE MIM

                          E DE TRÊS ELEFANTES

                          QUE BALANÇAM NO AR.

                          NO BAR, UM HOMEM ESBRAVEJA:

                          - MARECHAL! TRAZ UM BLINDADO

                          PARA TIRAR TRÊS ELEFANTES

                          DO MEU COPO DE CERVEJA!

                          UMA BRIGADA DE INFANTARIA

                          DO EXÉRCITO INGLÊS NA ÍNDIA

                          SAI DOUTRO COPO

                          E DEGOLA TODOS OS BÊBADOS AZUIS.

                          AO FINDAR O MASSACRE,

                          TRÊS ELEFANTES PASSEIAM,

                          ETERNOS,

                          PELA PRAIA DE COPACABANA,

                          COM SUAS ORELHAS DE ABANO,

                          ABANANDO O MAR.

 

 

AGORA, POR FALAR EM ELEFANTES, VAI AÍ UMA PIADA:

 

                          ABSORVENTE.

DUAS ALIÁS (ELEFANTAS, PARA QUEM NÃO SABE) CURTEM O SOL NUMA PRAIA, QUANDO UMA DELAS CONVIDA:

- VAMOS CAIR NA ÁGUA!

- NÃO POSSO <DIZ A OUTRA> ESTOU MENSTRUADA!

- AH! LIGA NÃO, QUERIDA, É SÓ TAPAR COM UMA OVELHA!

 

 

E, POR ÚLTIMO, HOJE, CULINÁRIA: COMO PREPARAR MUÇUÃ (pequeno quelônio que só existe no Pará, na ilha do Marajó):

 

O muçuã, deve ser comprado vivo, geralmente, no mínimo, uma dúzia. Primeiro, porque é pequeno (cerca de vinte centímetros), segundo, porque é gostoso demais (como eu, já disse, em meu primeiro artigo, é o quelônio mais gostoso do mundo), quem tem experiência sabe.  

Sua venda é proibida pelo IBAMA, mas, indo lá pelo Ver-o-Peso, (principal ponto turístico com mercado e feira livre de Belém do Pará),  no início do verão, com jeito, acaba-se conseguindo).

Para matá-los, coloca-se uma panela bem grande, em que caiba toda a cambada,  com água e sal, para ferver. O fogo deve ser o mais forte possível. Quando estiver na fervura máxima, pega-se os bichos e, destampando parcialmente a panela, começa-se a jogá-los, de cabeça, um por um, retampando-se a panela, a cada arremesso, para que o calor não se perca e eles morram de súbito, com o choque térmico. Caso contrário, se o calor não for suficiente e-ou se os lançarmos de bunda, eles não morrem imediatamente, e, aí, cagam na panela antes de morrer e estragam a carne deles e de todos os outros companheiros de panela , como, aliás, qualquer de nós faria, de desespero e de sacanagem.

Depois, temos de acompanhar a fervura, ou seja, ficar por perto, até que eles começem  a estourar. As carapaças começam a estourar. Não se despedaçam, apenas ouve-se uns estouros abafados. Quando para de estourar, pode-se apagar o fogo em tirar os quelônios da água.

Aí, é que começa, realmente, o trabalho. 

Vira-se os bichos com o ventre para cima, onde ele tem a carapaça mais mole e, com as mãos, vai-se arrancando a carapaça fina do ventre.

Cata-se a carne do bicho com as mãos. Aproveita-se, praticamente, toda a carne que se puder catar, com exceção dos intestinos e do fel ou bilis, principalmente este último, que vem junto com o fígado e que dele deve ser separado, com o máximo cuidado para que não se rompa, pois uma vez rompido, o fel entrenha na carne e perde-se o muçuã.

Até a carne das minúsculas patinhas é aproveitada, inclusive as cartilagens (dá um trabalhão). Tem gente que vai tirando e comendo, assim mesmo, só no primeiro cozimento, direto do casco, com farinha dágua e molho de pimenta de cheiro.

Uma vez retirada, a carne, parece quase desfiada. Se tiver sorte terão algumas fêmeas ovadas e os ovinhos são divinos e são colocados juntos com a carne.

Faz-se, então, um refogado. O refogado deve ser com pouco tempero, para não alterar o sabor inigualável e sutil do muçuã.

Algum azeite, apenas um pouco de pimenta do reino, pouco alho, pouca cebola, pouco tomate, uma pimenta de cheiro por dúzia, dois limões pequenos, um pingo de vinagre, um pouco de cheiro-verde, outro de salsa, uma folha de chicória, uma de alfavaca, tudo cortado miudinho. Joga-se a carne dentro, tampa-se e acompanha-se o cozimento. Ele, primeiro, além do cheiro fabuloso,  desprende água, tanto dos temperos, como da própria carne. Deve ser feito ao contrário da primeira e mortal fervura, em fogo bem brando. À parte, faça uma farofa de farinha dágua com manteiga e uma pitada de sal.. É o tempo em que a água seca. Quando estiver quase seca, ainda úmida do próprio molho, está pronto. Acerte o sal, apague o fogo e sirva só com a farofa (com arroz é sacrilégio), no próprio casco, depois de lavado e escovado. É de comer babando.

É isso aí, pessoal, por hoje. 

 

      

 

      

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